sexta-feira, 11 de setembro de 2015

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Mais uma vez, não sei o que fazer. Desliguei-me de ti porque sabia que seria o mais correto a fazer, ou pensava eu que era. Desliguei-me para saber se vinhas atrás de mim ou simplesmente me deixavas ir. Pelos vistos escolheste a segunda opção.
Percebe que não fiz as coisas porque te queria chateado ou magoado. Fi-lo porque ter-te na minha vida, da maneira que estavamos, não era maneira de te ter. Fi-lo porque por mais que negasse, porque te amava e a unica coisa que queria era que percebesses que o que estavamos a viver era errado. Fi-lo porque nao aguentava mais estar nesta situação.
Podia ter falado contigo e ter-te dito que nao queria, mas a verdade é que me ias dizer que me estava a passar, a ficar paranoica e para nao me preocupar com nada, pois nada de mal ia acontecer. Ias dizer que estava tudo bem, que ela nunca ia descobrir e que tinhas saudades de tudo o que passamos juntos. Ias dizer tudo o que estava a teu alcance e tudo o que sabias para que eu ficasse e ter-te aos poucos. Mas acho que ambos sabemos o quanto isso nos ia destruir, o que ia fazer de nós. Sabemos que era só um ciclo vicioso do qual nunca iriamos sair, pois mais cedo ou mais tarde, sabiamos que podiamos voltar um para o outro.
Apaguei-te e sei que deste conta de que te apaguei pois a expressão na tua cara foi mais que óbvia. Ficaste chateado, ou algo parecido. Ficaste com aquela cara de mal disposto que ficas sempre quando te acontece alguma coisa de mal ou quando as coisas não correm como queres. Ficaste com aquela cara que toda a gente sabe que estás mesmo chateado. Ficaste com aquela cara que eu quando via, ia-te sempre perguntar se estavas bem e se precisavas de alguma coisa.
Na altura fiquei contente, porque sei que te afetei e tiveste parte da reação que eu esperava. Mas percebi rapidamente que não era isso que queria...
Passou-se um mês e eu não sabia nada de ti. Chorei, pois sabia que por ti isto era um fim. Mas o meu coração teimou que irias voltar a falar comigo o que me deixou mais tranquilizada.

Ontem (10/9), tu nao sabes, mas fui lá de propósito para te encontrar. Já nao te via há muito tempo, já não sabia de ti, já nada. Fui para te ver e saber como estavas. E em relação a mim estás na mesma... Frio, chateado... ainda. Ainda estás como da última vez que te encontrei. E isso só me custa ainda mais, porque não quero que fiques assim, principalmente comigo.


Se foi o fim de tudo o que nos ligava, só espero que sejas feliz, Da minha parte, prometo tentar esquecer-te e deixar-te de lado. E agora, prometo-te de verdade que tentarei ser feliz!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Sempre.

Eu sei… Eu sei que não devia sequer te dar importância, mas não consigo. Não consigo, porque te amo. Porque te quero. Porque só desejava que tu pensasses em mim tanto ou mais como eu penso em ti. Mas não posso pensar. Já me fizeste mal o suficiente.
Estou magoada, estou chateada, estou triste, estou desiludida… mas acima de tudo, tenho esperança que um dia tu mudes e sejas feliz! Um dia perguntaste-me porque gostava de ti. 1º, eu não gosto de ti, eu amo-te como todas as forças; 2º, porque apesar de seres grnade cabrão, no fundo, bem lá no fundo, es um rapaz super decente, que quer ter alguém que ame ao seu lado e que vai fazer alguém muito feliz, se se aperceber que tem a capacidade de fazer isso. E eu acredito que encontres essa pessoa, porque não e ela, se não ela já te tinha mudado á mais tempo.
Espero nunca te ter empurrado para ela. Eu lembro-me de me dizeres que se calhar gostavas de mim, mas que não sabias, que tinhas a cabeça a mil. E eu respondi que não queria que me dissesses isso outra vez… Desculpa, não era para te afastar. Não era sequer para tu desistires! Era simplesmente porque eu sentia o mesmo e não sabia… Era para perceberes que já estava tão cansada de te ter debaixo da minha pele, que já dizia qualquer coisa para que saísses… mas tu ficaste e montaste um acampamento com tudo a que tens direito, sem eu perceber.
No entanto, se calhar foi o melhor… apesar de teres voltado, foi o melhor teres-te afastado. Se calhar não era destino.
Eu preocupo-me contigo e muito. E eu queria tanto falar-te agora! Só para saber se estas bem, se está tudo bem, se precisas de alguma coisa, de um abraço, de uma palavra amiga… Mas não posso. Tu não permitiste que eu tivesse essa comunicação contigo. Ontem senti um aperto enorme quando me deram a noticia. Chorei tanto, entrei em pânico, porque não te podia dizer nada, não podia ir a correr ter contigo so para te dar um abraço e sussurar-te que estava sempre ali, para o que precisasses, nem que fosse só para falar. Só me perguntava: “e se ele precisa de mim?”  Eu sei que disseste que estavas bem, e eu acredito, mas mesmo assim, deixaste-me preocupada.
Eu amo-te porra! E eu só quero que me expliques o porque de me magoares tanto e de te preocupares ou mostrares preocupação ao mesmo tempo. E o porque de apagares coisas inocentes, mas denunciares-me a mim. O porque de eu agora não te poder mandar uma simples mensagem a perguntar se estavas bem.  O porque de eu não te conseguir esquecer, porque parece que me prendeste num feitiço.

Quero que saibas que ainda estou a tua espera. Mas não é para sempre, acho eu. Espero que um dia eu chegue ao fim do caminho feliz e com alguém que me ame, mesmo que esse alguém não sejas tu. E se não fores desejo o mesmo para ti e neste caso, quero que saibas que quando te vir, vou sentir sempre o mesmo tremer de pernas, a paralisia momentânea, o sorriso que teima em aparecer mesmo quando estou chateada, o coração a bater a mil à hora e a mesma sensação: de que tu és um sempre. 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Farta

Estou farta.
Farta de ti, farta de me sentir usada, farta de mentiras, farta de ser a segunda opção, farta de ser gozada e so me apetece chorar. Estou farta que voltes sempre e que so me faças mal. Farta que tudo o que eu quero, nunca seja o que eu posso ter. Estou cansada de me sentir um trapo, de me sentir magoada e de me sentir como se um boneco. Estou farta que me digam que tudo vai correr bem, quando não vai, e disso tenho a certeza. Farta de palavras, farta de ajudar mesmo que por uma grande amizade. Sinto-me em baixo, doente, desesperada. Nao consigo esforçar.me e fazer com que me sinta bem. Estou simplesmente farta. Enchi o saco de promessas, esperanças, de um amor que de nada vale.
Estou muito farta.